Em “Felizes casados, felizes separados” não escrevi que havia ouvido falar pela primeira vez do método Hoefnagels no site da advogada que havíamos escolhido para nos divorciar. É que ela segue o método desse holandês.
Optamos por uma mediadora por acreditarmos ser importante fechar essa fase da nossa vida da maneira mais civilizada e pacífica possível. Além disso tem a questão de custos: pagar dois advogados sai muito mais caro – e o honorário de apenas uma mediadora não é nada barato! E é nessas horas que a gente percebe que o casamento lavrado num cartório é prioritariamente uma união econômica.
Pelo que entendi, quando cada um tem seu próprio advogado, ambos vão à justiça para conseguir o melhor para o seu cliente. Essa ‘batalha’ pode durar muito tempo, consumir muito dinheiro e causar muitos desgastes emocionais.

