Tarefas caseiras 4 Março 2008
Posted by simplesmenteli in Relações, Tarefas caseiras.Tags: Relações, Tarefas caseiras
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Pegando embalo no post da Maria Bonita…
Também não gosto que se metam na arrumação da minha casa, principalmente quando a pessoa não é solicitada a fazê-lo e, mais ainda, quando se trata da cozinha! Só tem um único cômodo que eu adoraria que alguém se oferecesse pra limpar pra mim: o banheiro! Mas parece que ninguém quer essa tarefa.
Nunca gostei de limpar banheiro. O engraçado é que eu gosto de enfeitá-lo (plantinhas, conchas, quadrinhos e objetos com motivos marinhos, velas, até cristais …). Claro, limpo ele sempre, mas sem muita paciência. O lado bom da história é que meu marido não suja o banheiro como muitos da espécie masculina! E isso é simplesmente maravilhoso! Na verdade ele não é de sujar nada, mas também não é de limpar. As tarefas de casa ficam pra mim, mas não por qualquer tipo de imposição, eu é que tomo as rédeas mesmo.
Porém, quando solicitado, ele ajuda de boa vontade. Só que eu faço o estilo ‘a chata’, ou seja, fico controlando se ele está fazendo direito, então, tanto vale que faça eu mesma, certo?
Acho que peguei a mania da minha mãe, pois ela vivia dizendo que as filhas não sabiam fazer as coisas (erradíssimo!!!), e até hoje, eu já com quase meus 38 anos, casada, com todos os afazeres domésticos que me cabem (e os faço bem), se tiver que fazer algo na casa dela, ela ainda repete a mesma coisa.
Voltando ao marido, temos, sim, uma tarefa que sempre dividimos, ou melhor, fazemos juntos: a arrumação da cama. Cada um de um lado acaba mais rápido.
É isso galerinha, mais uma contribuição da “simplesmenteli” para o mulheridades!
Demarcação de território 3 Março 2008
Posted by Maria Bonita in Relações.Tags: cozinha, família, tarefas domésticas
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Um fim de semana inteiro com os pais dele. Ótimo! Super divertido! A diferença é que desta vez eles se hospedaram na nossa casa.
Com o pai não tive dificuldades, já com a mãe…
… bem, eu tentei não mostrar falta de tato. No entanto, agi instintivamente, como se precisasse demarcar território. Nem eu mesma sabia que agiria assim!
“não me leve mal me leve à toa” 20 Janeiro 2008
Posted by miceberg in Homens, Relações.4 comments
Almoço “just the girls”. Assunto, como não podia deixar de ser: homens, conhecidos também pela “espécie malfadada que adoramos mas, tal e qual como uma máquina fotográfica, deveria ser entregue com livros de instruções”.
“there he goes”, disse-me com um olhar cúmplice. O “he” é um menino que acho particularmente piada e responsável por muitas vezes ter de sair mais tarde por passar algum tempo na conversa. Passou por nós cumprimentou-nos e ela levantou as sobrancelhas e disse-me com um ar de semi interrogação, semi enjoo: “não o acho nada de especial”. Ao que eu respondi, com um ar de semi estás aqui, estás a apanhar, semi condescendência (“ai, ai o que estas loiras têm a aprender”): “Primeiro é moreno. Segundo, é inteligente. Podes falar com ele sobre os mais variados assuntos que o gajo tem opinião formada e extremamente crítica. Pra além disso, gosta de futebol, porque normalmente os gajos que pensam não gostam de futebol. Por isso, para mim, chega e sobra”.
A conversa seguiu, até que, passado um tempo ela saiu-se com uma conclusão que me deixou a pensar até agora “a nossa geração de homens é tão má que nós apenas exigimos que eles pensem e mesmo assim é incrível como não se vê nada de jeito. O nosso nível de exigência baseia-se somente na inteligência. Enquanto que nós somos avaliadas em tudo, os badamecos apenas têm de pensar, que devia ser um dado adquirido, dado a nossa condição de Ser Humano. E o mais fantático é que numa empresa com cerca de 40 nacionalidades representadas não se arranja nada.”
Será que a solução está em baixar os padrõezinhos? Ou em alterarmo-los? Admitirmos que somos seres superiores, dotadas inatamente de capacidades humanas inacessíveis ao outro grupo ou, como diz a Indiana do almoço (casada) têm de ser “empurrados” ou, mais simpaticamente “incentivados a” mas claro, dando-lhes a sensação que são eles que decidem?
PS – o menino que falei acima está fora do mercado. Seguro e muito bem seguro (que de burra não tem nada) por uma croata bem simpática. A estratégia da mulherada é: se o gajo é interessante, de certeza que tem amigos interessantes. Duvidamos seriamente que se dê com acéfalos. Por isso, o mercado-alvo é os amigos do Amigo
É impossível que estejam todos fora de mercado.